Delivery que voa? Startup que atende iFood e BRF quer seu delivery entregue por drones

Já pensou pedir um delivery e em vez de entregar na sua porta, você encontra um drone? Parece um episódio de alguma série futurística, mas para a SpeedBird Aero esse é o futuro da mobilidade urbana. 

A startup que atende IFood e BRF (grupo que representa a fusão da Perdigão e Sadia) quer seu delivery entregue por drones. 

  • Para concretizar de vez essa história. A SpeedBird de Franca, interior de São Paulo acaba de anunciar uma captação de R$ 35 milhões para pivotar de vez a linha de produção de seus drones proprietários para entregas comerciais

As entregas já estão rolando! A startup realiza algumas entregas para o Ifood na região nordeste do país, em destaque a capital de Aracaju.

Porém, de início o produto não faz a trajetória do restaurante à casa do cliente.

A startup usou o Shopping Iguatemi de Campinas (SP) para realizar voos de 400 metros de distância levando os pedidos de uma ponta do empreendimento até um centro de distribuição montado pelo iFood.

  • Enquanto com a BRF o projeto vai além. Eles fazem a ponte, em Santa Catarina, entre laboratórios genéticos e fazendas transportando nada mais, nada menos, que sêmem para inseminação artificial de animais. 

Voa voa passarinho…

Os drones — com capacidades de transportar cargas de até 3kg, 8kg e 5kg em distâncias de 3, 7 e 50 quilômetros — são do tipo “drones como serviço” na qual passa a atender grandes companhias interessadas nos equipamentos e na mão de obra.

Seja sêmen ou comida, não há como negar que os drones se tornaram um objeto promissor no mercado.

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