Queda e problemas cabeludos da Espaçolaser: Como reverter a situação?

Na pandemia, a Espaçolaser afirmou que seu negócio seria resiliente, mas não foi bem isso que aconteceu… 

As ações da empresa entraram na — extensa — lista de novatas da Bolsa com as piores performances do mercado. A queda foi de 83% desde o IPO e está sendo negociada 6x o lucro para 2022. 

Além disso, as vendas da empresa estão 15% abaixo do cenário pré-pandemia em 2019.

É possível voltar a ser como era antes?

A Espaçolaser fundada em 2004 tinha o objetivo de dar acesso às classes C e D a depilação a laser, método que busca conquistar os clientes pela durabilidade e menor dor do procedimento.

Mas agora, com a mudança de rota da empresa, está com caixa mais curso e focando em abrir franquias. 

O IPO movimentou R$ 2,3 bilhões, sendo R$ 1,1 bilhão para o bolso dos acionistas, em que os fundadores venderam metade das ações e pegam 30% desse valor.

A companhia usou todo o dinheiro para comprar franqueadores que tinham exclusividade em regiões com potencial. 

Essa estratégia parte do endividamento da empresa (o nome no serasa vem, rs) com dividendos que somam R$ 24 milhões. 

No Brasil, apenas 5% das pessoas que se depilam optam pelo método a laser, enquanto nos EUA esse número cresce para 20%. 

Então, o objetivo vai além da estratégia e buscam desenvolver o mercado, será que o negócio vai ser um flop no Brasil ou não? Façam suas apostas!

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